To network or not to network: that is NOT the question

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Se fazer networking era opcional há uma ou duas décadas atrás, hoje já não é mais. Ou vou você faz, ou você não faz. Ou você sabe fazer, ou você não sabe fazer.

Se quer conseguir ou mudar de emprego, vai precisar de networking. Se quer novos clientes e fornecedores de qualidade, vai precisar de networking. Online e presencial, trabalhar em rede é fundamental, inegável.

Diariamente novas redes e grupos de relacionamento empresarial e profissional são criados com novos sites, em grupos no linkedin, grupos no facebook, meetup, …

Recentemente a divulgação por email do CBTD  (31 Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento) teve este título: “O tema do momento é: Networking!”

E para se fazer networking de forma séria, profissional e efetiva, as palavra de ordem de hoje são disponibilidade e disciplina.

Como toda disciplina, networking requer uma série de competências que demandam conhecimento, habilidades e atitude (o bom e velho CHA). Assim como ninguém nasce sabendo falar, ninguém nasce sabendo fazer networking. E da mesma forma como é possível aprender a falar e se comunicar muito bem, é possível aprender e elevar sua capacidade de fazer networking.

Tive o privilégio de passar uma semana em Lisboa, aprendendo com algumas das maiores referências de networking do mundo. Apesar de todo o conhecimento, experiência, continuam a se desenvolver, continuam a se aprimorar e continuam a ser absolutamente disponíveis. Há décadas. Wow.

Já nos 99,99% da população de networkers amadores, é extremamente difícil conseguir engajamento. Por quê? Falta de disponibilidade.

Disponibilidade é uma joia rara nos dias de hoje. As pessoas não estão mais disponíveis de verdade.

É claro que parecem ter todo o tempo do mundo para jogar fora no whatsup, youtube, facebook, instagram, snapshat, etc, etc, etc).

E disponibilidade é consequência, não é fato gerador. O fato gerador é disciplina (sem falar no sistema de valores; mas vamos deixar isso para outro artigo).

Se nos disciplinarmos diariamente, gerirmos nossas atividades de forma efetiva, bloquearmos a agenda para fazer o que realmente importa, é claro que teremos disponibilidade.

O contrário também é verdade.

Se a maior parte do tempo é consumido com atividades de baixíssimo valor agregado, não sobra tempo para fazer networking.

Se você quer fazer networking, busque estar disponível: disponível para eventos, reuniões, cafés, almoços, redes de relacionamentos funcionais e efetivas, redes de negócios, ligações telefônicas, contatos significativos e relevantes, cursos, treinamentos, workshops.

E para estar disponível, já sabemos: precisamos de disciplina.

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Carlos Hoyos é Coach Empresarial, especialista em Networking Profissional com qualificação internacional em Marketing por Referências. Ajuda empresários e líderes a desenvolverem suas empresas e seus negócios. Já liderou equipes e projetos multidisciplinares, multi-sites e multi-culturais na IBM Estados Unidos e Motorola Brasil. É idealizador e organizador da CONFNetworkingprimeira Conferência Internacional online de Networking profissional do Brasil e da comunidade Networker Profissional.